Na ânsia de criar uma “cortina de fumaça” que consiga encobrir as mil e uma maracutaias cometidas pelos “companhêros” que fazem parte dessa “fossa séptica” em que vem se transformando o governo da presidente Dilma Rousseff, os nazipetralhas resolveram requentar os escândalos ocorridos durante as privatizações realizadas pelos “tucanos”, durante a gestão de FHC, como se isso fosse uma grande novidade. As acusações sobre essas tais “privatarias tucanas” existem desde a década passada, tendo inclusive sido um dos motes de campanha do então candidato Lulla, no tempo em que ele dizia ser o paladino da ética e da moral na vida pública, e que enrolava o eleitorado brasileiro com aquela “conversa mole” de que, exatamente aludindo ao que seria a sua principal diferença com FHC, era do tipo de político que “não roubava, e não deixava roubar”. Seria cômico se não fosse trágico. Agora, vendo que a “vaca está indo para o brejo”, com alguns dos principais assessores da presidente Dilma sendo envolvidos em um extenso rol de maracutaias e armações, os petralhas passaram a tentar transferir o foco das atenções dos brasileiros para os roubos cometidos em outras eras. Será que eles pensam que o Brasil é o “reino dos otários”, povoado por um tipo de gente idiota, capaz de ser convencida a, “mesmo ao flagrar um assaltante “fazendo um ganho” na sua casa, deixar o episódio em segundo plano, de modo a concentrar seus esforços no pleito de que as “otoridades” desvendem um roubo sofrido a mais de dez anos? Os bandidos que nos roubaram “ontem” devem ser perseguidos e punidos, mas sem qualquer prejuízo para o combate aos bandidos que estão nos assaltando “hoje”. Seria pedir demais?quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Todo corrupto tem de ser punido
Na ânsia de criar uma “cortina de fumaça” que consiga encobrir as mil e uma maracutaias cometidas pelos “companhêros” que fazem parte dessa “fossa séptica” em que vem se transformando o governo da presidente Dilma Rousseff, os nazipetralhas resolveram requentar os escândalos ocorridos durante as privatizações realizadas pelos “tucanos”, durante a gestão de FHC, como se isso fosse uma grande novidade. As acusações sobre essas tais “privatarias tucanas” existem desde a década passada, tendo inclusive sido um dos motes de campanha do então candidato Lulla, no tempo em que ele dizia ser o paladino da ética e da moral na vida pública, e que enrolava o eleitorado brasileiro com aquela “conversa mole” de que, exatamente aludindo ao que seria a sua principal diferença com FHC, era do tipo de político que “não roubava, e não deixava roubar”. Seria cômico se não fosse trágico. Agora, vendo que a “vaca está indo para o brejo”, com alguns dos principais assessores da presidente Dilma sendo envolvidos em um extenso rol de maracutaias e armações, os petralhas passaram a tentar transferir o foco das atenções dos brasileiros para os roubos cometidos em outras eras. Será que eles pensam que o Brasil é o “reino dos otários”, povoado por um tipo de gente idiota, capaz de ser convencida a, “mesmo ao flagrar um assaltante “fazendo um ganho” na sua casa, deixar o episódio em segundo plano, de modo a concentrar seus esforços no pleito de que as “otoridades” desvendem um roubo sofrido a mais de dez anos? Os bandidos que nos roubaram “ontem” devem ser perseguidos e punidos, mas sem qualquer prejuízo para o combate aos bandidos que estão nos assaltando “hoje”. Seria pedir demais?
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quarta-feira, dezembro 21, 2011
Postado por Márcio Morais
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