sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Cuidado com a Chevron!




 Não adianta multar a Chevron, cujo poço submarino vaza milhares de barris de petróleo no mar do Rio: o faturamento da multinacional petroleira faz com que qualquer multa, seja qual for o valor, se torne insignificante (e é por isso que a empresa se deu ao luxo de usar uma sonda antiga, já desativada, para perfurar no Brasil). A Chevron, originalmente, era parte da Standard Oil, que a Justiça americana mandou dividir em várias empresas para combater suas atividades monopolísticas. Com a separação, virou Socal, Standard Oil of California, e mais tarde mudou o nome para Chevron. É responsável pela contaminação, por metal pesado, de boa parte da Amazônia equatoriana (a estimativa é de despejo, sem tratamento, de uns cem milhões de litros de resíduos tóxicos).  Se a empresa for culpada, é preciso estudar, além da multa, a cassação das concessões.

E nosso Governo, cadê? - Alô, Petrobras! Quem é que tem de fiscalizar as empresas estrangeiras que perfuram no mar brasileiro, para evitar que descuidem da segurança? 

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