É com entusiasmo que me proponho destacar ações da Academia Pernambucana de Educação e Cultura - APEC -, com voos formativos, apresentando-se como instituição comprometida com a valorização e semeadura da educação e cultura, abrindo portas ás comunidades de todo o Estado.
O saudoso professor José Lourenço de Lima nominou-a como Academia Itinerante quando identificou suas propostas andarilhas alcançando importantes centros nas diversas regiões fisiográficas do Estado.
Compromissada com professores que fizeram história, ela tem sede na capital onde o maior número de cadeiras - 30, das 50 - são ocupadas por eméritos professores que se doaram ao ensino e à cultura formando gerações que hoje se esforça para edificar a pernambucanidade.
Uma diretoria atuante busca eleger juntamente com demais membros, novos indicados pela ocupação das cadeiras vagas num permanente propósito de utilização acadêmica propulsora do conhecimento. Plantada no Recife essa instituição já chegou a Abreu e Lima com festiva e pedagógica posse acadêmica. A Garanhuns em fértil momento quando o atual diretor do histórico Colégio Diocesano trouxe aos jovens do agreste meridional o exemplo do Monsenhor Adelmar da Mota Valença e aos mais antigos alunos, a lembrança de quem tanto se doou a melhoria da qualidade de vida de sua gente.
Estamos chegando a Caruaru fazendo imortal o profícuo professor Luiz Pessoa para com seu exemplo de mestre engrandecer o ensino do agreste central.
Sertania já se prepara para receber homenagens acadêmicas através do professor Arlindo que será lembrado pelo que tanto fez pelo ensino para gerações nesse Moxotó qualificado pelo Dr. Wlysses Lins em livro histórico de Moxotó Brabo. A academia vai caminhando, espera alcançar com sua intenção de alertar para os estudos e aprendizagem a região do Pajés em Afogados da Ingazeira, São José do Egito e Serra Talhada até alcançar Petrolina sob a inspiração franciscana.
Realizando o que nos anima, tenho a certeza de que os que fazem a APEC não perderão o ânimo para chegar a outros centros interioranos, todos férteis em exemplares professores que certamente se farão presentes como imortais que serão para continuar sendo úteis às gerações novas tão necessitadas de uma educação e cultura de excelência.
É assim que a Academia de Educação e Cultura de Pernambuco compromete-se a ouvir e ser ouvida, imortalizando profissionais da educação e da cultura promovendo antigos mestres pela lembrança através de sua história em sala de aula a permanecerem como exemplares fecundos de professores, verdadeiramente engrandecedores.
O saudoso professor José Lourenço de Lima nominou-a como Academia Itinerante quando identificou suas propostas andarilhas alcançando importantes centros nas diversas regiões fisiográficas do Estado.
Compromissada com professores que fizeram história, ela tem sede na capital onde o maior número de cadeiras - 30, das 50 - são ocupadas por eméritos professores que se doaram ao ensino e à cultura formando gerações que hoje se esforça para edificar a pernambucanidade.
Uma diretoria atuante busca eleger juntamente com demais membros, novos indicados pela ocupação das cadeiras vagas num permanente propósito de utilização acadêmica propulsora do conhecimento. Plantada no Recife essa instituição já chegou a Abreu e Lima com festiva e pedagógica posse acadêmica. A Garanhuns em fértil momento quando o atual diretor do histórico Colégio Diocesano trouxe aos jovens do agreste meridional o exemplo do Monsenhor Adelmar da Mota Valença e aos mais antigos alunos, a lembrança de quem tanto se doou a melhoria da qualidade de vida de sua gente.
Estamos chegando a Caruaru fazendo imortal o profícuo professor Luiz Pessoa para com seu exemplo de mestre engrandecer o ensino do agreste central.
Sertania já se prepara para receber homenagens acadêmicas através do professor Arlindo que será lembrado pelo que tanto fez pelo ensino para gerações nesse Moxotó qualificado pelo Dr. Wlysses Lins em livro histórico de Moxotó Brabo. A academia vai caminhando, espera alcançar com sua intenção de alertar para os estudos e aprendizagem a região do Pajés em Afogados da Ingazeira, São José do Egito e Serra Talhada até alcançar Petrolina sob a inspiração franciscana.
Realizando o que nos anima, tenho a certeza de que os que fazem a APEC não perderão o ânimo para chegar a outros centros interioranos, todos férteis em exemplares professores que certamente se farão presentes como imortais que serão para continuar sendo úteis às gerações novas tão necessitadas de uma educação e cultura de excelência.
É assim que a Academia de Educação e Cultura de Pernambuco compromete-se a ouvir e ser ouvida, imortalizando profissionais da educação e da cultura promovendo antigos mestres pela lembrança através de sua história em sala de aula a permanecerem como exemplares fecundos de professores, verdadeiramente engrandecedores.
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