O serviço simplesmente parou em dezembro, segundo moradores, sem qualquer explicação da prefeitura. E o pior é que muitas ruas foram deixadas quase intransitáveis. No início da semana, um cidadão revoltado com o estado da Rua Gov. Lopo Garro, no Engenho do Meio – onde a construtora quebrou a via para instalar uma tubulação, mas não conclui o serviço -, resolveu tomar satisfação na Prefeitura do Recife. Como resposta, mandaram que fosse ao escritório do Consórcio Cordeiro, na Avenida Maurício de Nassau, Caxangá. No local, encontrou apenas um vigia que informou não haver atividade ali.
Ontem, até o secretário de Saneamento do Recife, José Marcos de Lima, atrapalhou-se ao explicar a suspensão das obras. Disse que o serviço era só no Cordeiro quando, na realidade, inclui mais sete bairros. A alegação da PCR é que precisou fazer ajustes. Mas o povo quer saber quem vai pagar a conta do material desperdiçado, dos dias de serviço jogados fora e dos prejuízos causados a cidadãos que agora mal conseguem sair de casa.
Ontem, até o secretário de Saneamento do Recife, José Marcos de Lima, atrapalhou-se ao explicar a suspensão das obras. Disse que o serviço era só no Cordeiro quando, na realidade, inclui mais sete bairros. A alegação da PCR é que precisou fazer ajustes. Mas o povo quer saber quem vai pagar a conta do material desperdiçado, dos dias de serviço jogados fora e dos prejuízos causados a cidadãos que agora mal conseguem sair de casa.
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