Policiais do Núcleo de Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI) da Delegacia de Igarassu prenderam, na manhã de ontem, Alexandre José da Silva, de 33 anos, na residência onde reside, no Loteamento Agamenon Magalhães, no próprio município. A prisão ocorreu em cumprimento a um mandado de prisão preventiva e outro de busca e apreensão, expedidos pela Justiça daquele município, sobre um homicídio ocorrido no início deste ano. No momento da abordagem, o suspeito estava escondido em um dos quartos do imóvel, onde morava com a família. Além disso, um revólver calibre 38 e 29 munições foram encontradas escondidas na casa. Alexandre também é apontado pela Polícia Civil de mais dois outros homicídios.
Os policiais começaram a investigar a situação do rapaz a partir dos indícios da participação dele no homicídio de Magno Wmeriton Barbosa dos Santos, de 26 anos, ocorrido no dia 13 de janeiro deste ano, no Loteamento Agamenon Magalhães, área de atuação do suspeito. Além deste homicídio, a polícia atribui a Alexandre o homicídio de Sueli Bela da Silva, em 17 de abril deste ano, e de uma pessoa identificada apenas como Adriano, todos no mesmo local. Segundo o delegado Adyr Almeida, responsável pelo núcleo de CVLI de Igarassu, não existem informações sobre as motivações dos crimes. “Aparentemente, não existem motivos para ele ter praticado os homicídios. Apesar de negar os crimes, ele disse que apenas tinha rixas com as vítimas”, explicou o delegado.
Quando chegaram a residência, os policiais chamaram pelo nome do suspeito, que não atendeu. Cerca de cinco minutos depois, uma tia do rapaz chegou à porta e abriu a casa para os policiais. Após uma varredura no imóvel, ele foi localizado no quarto da avó dele, escondido atrás de um guarda-roupa. Já o revólver foi encontrado no forro da casa. “Encontramos o revólver e 29 munições, o que significa que ele poderia cometer mais crimes pela área”, reforçou o delegado. Após ser detido, ele foi levado para a delegacia onde foi ouvido pelo delegado Adyr Almeida, do CVLI, e pela delegada Morgana Alves, também de Igarassu.
A partir das informações levantadas pelos policiais, não ficou constatado participação do suspeito em outros crimes, como tráfico de drogas, por exemplo. Além disso, Alexandre é uma pessoa que chama a atenção de quem o vê, já que possui várias tatuagens macabras pelo corpo. “As pessoas do local tinham medo dele, inclusive, só o viam circulando pelas ruas à noite”, acrescentou o delegado. Alexandre não repassou muitas informações aos policiais e permaneceu a maior parte do tempo calado. Após os interrogatórios, ele foi encaminhado para o Centro de Triagem em Abreu e Lima (Cotel).
Os policiais começaram a investigar a situação do rapaz a partir dos indícios da participação dele no homicídio de Magno Wmeriton Barbosa dos Santos, de 26 anos, ocorrido no dia 13 de janeiro deste ano, no Loteamento Agamenon Magalhães, área de atuação do suspeito. Além deste homicídio, a polícia atribui a Alexandre o homicídio de Sueli Bela da Silva, em 17 de abril deste ano, e de uma pessoa identificada apenas como Adriano, todos no mesmo local. Segundo o delegado Adyr Almeida, responsável pelo núcleo de CVLI de Igarassu, não existem informações sobre as motivações dos crimes. “Aparentemente, não existem motivos para ele ter praticado os homicídios. Apesar de negar os crimes, ele disse que apenas tinha rixas com as vítimas”, explicou o delegado.
Quando chegaram a residência, os policiais chamaram pelo nome do suspeito, que não atendeu. Cerca de cinco minutos depois, uma tia do rapaz chegou à porta e abriu a casa para os policiais. Após uma varredura no imóvel, ele foi localizado no quarto da avó dele, escondido atrás de um guarda-roupa. Já o revólver foi encontrado no forro da casa. “Encontramos o revólver e 29 munições, o que significa que ele poderia cometer mais crimes pela área”, reforçou o delegado. Após ser detido, ele foi levado para a delegacia onde foi ouvido pelo delegado Adyr Almeida, do CVLI, e pela delegada Morgana Alves, também de Igarassu.
A partir das informações levantadas pelos policiais, não ficou constatado participação do suspeito em outros crimes, como tráfico de drogas, por exemplo. Além disso, Alexandre é uma pessoa que chama a atenção de quem o vê, já que possui várias tatuagens macabras pelo corpo. “As pessoas do local tinham medo dele, inclusive, só o viam circulando pelas ruas à noite”, acrescentou o delegado. Alexandre não repassou muitas informações aos policiais e permaneceu a maior parte do tempo calado. Após os interrogatórios, ele foi encaminhado para o Centro de Triagem em Abreu e Lima (Cotel).
Nenhum comentário:
Postar um comentário