sexta-feira, 8 de julho de 2011

Moradores de Alameda Paulista sofrem com falta de pavimentação nas ruas


Reprodução / TV GloboAs ruas da comunidades têm tanta lama que os moradores estão chamando o local de Alameira Paulista
 
Alameda Paulista é o nome de uma comunidade que fica em Paulista, na Região Metropolitana do Recife. Mas o local está com tanta lama que os moradores criaram um apelido para o loteamento: Alameira Paulista. Na área, 200 famílias vivem em ruas que não são calçadas. Falta pavimentação e rede de esgoto e há, em excesso, lixo, mato no meio da rua e buracos.

A avenida Dois é o principal acesso dos moradores. “Tem carro que já ficou atolado e a gente teve que ajudar o rapaz para sair por causa do excesso de lama. Eu já fiquei atolado também e um rapaz me ajudou. Fica assim e ninguém resolve nada”, diz o técnico em informática Carlos Eduardo dos Santos.

Há dois acessos para os moradores sairem das casas em direção à PE-22. Além da avenida Dois, há a  rua 28. Esta é, na verdade, uma passagem estreita, com pedras, onde os moradores se equilibram para não sujarem os pés com a água suja da lama que se mistura ao esgoto. “É muito difícil. As pessoas trabalham, estudam e saem de manhã cedo, mas fica tudo cheio de lama e de água”, reclama a dona de casa Rosa Maria França.

O diretor de Obras da Prefeitura de Paulista, Alberto Albuquerque , explica o que vai ser feito para diminuir o sofrimento dos moradores do loteamento. “Existe um projeto feito pela Secretaria de Infraestrutura que se encontra orçado no Ministério da Integração, em Brasília. Estamos aguardando a análise do que foi enviado por nós e que nos dê um retorno positivo, liberando verbas para que nós possamos começar a executar as ruas, a ligação entre Catolé e Alameda”, afirma.

De acordo com Alberto Albuquerque, a Prefeitura de Paulista não dispõe de recursos próprios para fazer a pavimentação dos dois principais acessos à comunidade.  “Infelizmente, é um valor que, no momento, a prefeitura não dispõe. Então, nós temos que contar com a ajuda de nosso governo e do ministério para que, assim que a verba for liberada, nós começarmos o mais rápido possível”, diz.

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