quinta-feira, 2 de junho de 2011

Reescrevendo a história




Sarney reinaugurou o chamado "tunel do tempo" do Senado, o corredor decorado com painéis que presumivelmente deveriam contar a História da Casa. Só que Sarney é useiro e vezeiro em omitir o que não lhe convem... isso é notório há tempos e não só agora quando não vê motivos para fazer constar o impeachment de Collor em 1992, visto que hoje ele é um seu aliado. No papel de censor, riscou da História também as CPIs cujo assunto achou por bem ocultar. Ora... quem se olvida da censura pela qual passa o Estadão atraves de ordem judicial emanada da familia Sarney, para abafar maracutaia de Fernando? E quem se olvida do aporte de R$ 1.340 mil que a Fundação Sarney recebeu da Petrobras, utilizados não para a preservação do acervo da biblioteca ou museu da tal fundação, mas para a realização de festas populares no Maranhão idealizadas pela governadora Roseana Sarney? A verdade é que se a gente for fazer um tunel do tempo contando as peripécias dos Sarneys.. este será o maior labirinto já visto na História!

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