domingo, 5 de junho de 2011

Solidariedade a favor da cidadania



pobreza no país registrou um dos índices mais baixos dos últimos anos. Houve uma queda de 16% em relação ao ano passado. Esses dados foram divulgados na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD) realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 

No entanto, ainda há cerca de 35 milhões de brasileiros vivendo com até R$125,00 por mês, valor que estabelece a linha de pobreza segundo a classificação da Fundação Getulio Vargas. 

Para mudar essa situação iniciativas do terceiro setor são fundamentais. É o caso da Futurong, que tem como objetivo a promover a assistência social às minorias e o combate a pobreza, por meio de uma infra-estrutura de serviços centrados no eixo indivíduo-família-comunidade. 

A ONG foi idealizada, em 2002, para amenizar a situação de jovens e crianças em situação de risco social, proporcionando uma melhoria da qualidade de vida, a inclusão social, o resgate da cidadania e o desenvolvimento educacional e profissional. 

Os resultados obtidos são animadores, pois além do aumento da auto-estima dos jovens que freqüentam a instituição, existe diminuição da violência, dos assaltos, homicídios e roubos na região em que a ONG atua.

Para a psicóloga Caroline Ribeiro, atitudes como essa são necessárias para erradicar a pobreza, “É algo que é feito de coração, com boa intenção. Muitas vezes quem esta em situação de risco quer apenas isso. Carinho e incentivo”, afirma. 

A ONG Casa do Zezinho atua neste mesmo segmento. Lá os educadores aprendem com as crianças e as crianças aprendem com os educadores a superar os obstáculos da pobreza. Esta compreensão tem como foco a formação de adultos com subsídios de autonomia para exercerem sua cidadania plena e atuarem como agentes de transformação social, preparados para enfrentar os desafios do mundo no século 21. 

O que chama a atenção no projeto é o seu sucesso em promover o desenvolvimento de crianças e jovens que, na escola pública, são ainda vistos pelos professores e profissionais da educação como difíceis de lidar, de motivar, de ensinar, ou até mesmo como pessoas limitadas para a aprendizagem. 

Esse sucesso se dá pela atuação dos educadores em toda a rede de relacionamento das crianças: a escola, a família, a saúde, as leis e a cidadania. Isso ajuda a promover o desenvolvimento e o reconhecimento de suas potencialidades para que ela tenha um bom “desenvolvimento humano”. 

Outro exemplo de instituição focada no eixo indivíduo-família-comunidade é Projeto Quixote, uma ONG ligada ao Departamento de Psiquiatria da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). 

Atuando na região da Vila Mariana e na zona central da cidade de São Paulo, particularmente na área conhecida como Cracolândia, o projeto tem o objetivo de transformar a história de crianças, jovens e famílias em complexas situações de risco social, por meio do atendimento clínico, pedagógico e social integrados. O Quixote aposta na arte, na educação e na saúde como formas de aproximação e criação de vínculos com os jovens. 

* Sabemos que os problemas sociais são desafiadores, mas o NUCLEO SOCIAL COMUNITARIO VOZ DA CIDADANIA MARIA DA CONCEIÇÃO S. MORAIS os enfrenta com firmeza, dedicação e compromisso em busca de soluções.

Atenciosamente;


Marcio Morais
           Presidente

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