A sorte foi a melhor companhia de um taxista na madrugada de ontem. Depois de reagir a um assalto e ver o suspeito ferido, o profissional, de 57 anos, percebeu a atitude perigosa que tomou e quais poderiam ter sido as consequências desse ato. Um adolescente de 16 anos, que armado com um revólver calibre 38, estava preparado para roubar o dinheiro de todas as corridas feitas pelo taxista - não terá o nome revelado por medo de retaliação - quando foi surpreendido pela reação do motorista.
Por volta das 5h, a vítima trafegava pela avenida Beberibe, no bairro do Arruda, Zona Norte do Recife, quando recebeu o chamado de um rapaz que estava na calçada. “Olhei para ele e achei que não fosse bandido porque tinha boa aparência. Pedi que ele fosse no banco da frente, que é uma maneira de evitar surpresas”, comentou o taxista. Depois de quase dois quilômetros, o adolescente anunciou o assalto. “Tudo aconteceu muito rápido, confesso que só pensei que ele fosse me matar e, então, pulei para cima dele”, narrou.
Segundo o taxista, assim que percebeu o garoto engatilhar a arma, os dois entraram em luta corporal. “Vi que tinham uns policiais perto e que se acontecesse algo ele seria pego. Foi então que eu ouvi o disparo”, contou. De acordo com a vítima, o adolescente ainda conseguiu correr por alguns metros, mas foi capturado pela Polícia Militar. O caso foi levado para o plantão da Gerência de Polícia da Criança e do Adolescente (GPCA).
Policiais do Grupo de Ações Táticas Itinerantes (Gati) do 13º BPM foram os responsáveis pela apreensão do adolescente. “Fazíamos rondas pela localidade quando esse taxista nos chamou. De imediato fomos atrás do menor. Em seguida, o encontramos cheio de sangue pelo corpo próximo a uma unidade de Saúde de Água Fria”, contou o soldado Lúcio Melo. O policial também alertou sobre os riscos em reagir a um assalto. “Foi muita sorte que a vítima não tenha saído ferida, mas reagir ao assalto é a pior ideia que alguém pode ter”.
O adolescente atirou na própria mão e o projétil transfixou para a coxa esquerda. Ele foi levado para o Hospital da Restauração (HR), no Derby, onde passou por procedimento cirúrgico. Até o fechamento desta edição o menor permanecia na unidade de saúde onde era custodiado pela Polícia Militar. Ele foi apreendido por ato infracional correspondente ao roubo e porte ilegal de arma. Assim que liberado, será ouvido por um promotor de Justiça na Vara da Infância. O taxista não sofreu nenhum tipo de lesão e, depois de ouvido na GPCA, foi liberado.
Por volta das 5h, a vítima trafegava pela avenida Beberibe, no bairro do Arruda, Zona Norte do Recife, quando recebeu o chamado de um rapaz que estava na calçada. “Olhei para ele e achei que não fosse bandido porque tinha boa aparência. Pedi que ele fosse no banco da frente, que é uma maneira de evitar surpresas”, comentou o taxista. Depois de quase dois quilômetros, o adolescente anunciou o assalto. “Tudo aconteceu muito rápido, confesso que só pensei que ele fosse me matar e, então, pulei para cima dele”, narrou.
Segundo o taxista, assim que percebeu o garoto engatilhar a arma, os dois entraram em luta corporal. “Vi que tinham uns policiais perto e que se acontecesse algo ele seria pego. Foi então que eu ouvi o disparo”, contou. De acordo com a vítima, o adolescente ainda conseguiu correr por alguns metros, mas foi capturado pela Polícia Militar. O caso foi levado para o plantão da Gerência de Polícia da Criança e do Adolescente (GPCA).
Policiais do Grupo de Ações Táticas Itinerantes (Gati) do 13º BPM foram os responsáveis pela apreensão do adolescente. “Fazíamos rondas pela localidade quando esse taxista nos chamou. De imediato fomos atrás do menor. Em seguida, o encontramos cheio de sangue pelo corpo próximo a uma unidade de Saúde de Água Fria”, contou o soldado Lúcio Melo. O policial também alertou sobre os riscos em reagir a um assalto. “Foi muita sorte que a vítima não tenha saído ferida, mas reagir ao assalto é a pior ideia que alguém pode ter”.
O adolescente atirou na própria mão e o projétil transfixou para a coxa esquerda. Ele foi levado para o Hospital da Restauração (HR), no Derby, onde passou por procedimento cirúrgico. Até o fechamento desta edição o menor permanecia na unidade de saúde onde era custodiado pela Polícia Militar. Ele foi apreendido por ato infracional correspondente ao roubo e porte ilegal de arma. Assim que liberado, será ouvido por um promotor de Justiça na Vara da Infância. O taxista não sofreu nenhum tipo de lesão e, depois de ouvido na GPCA, foi liberado.
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