O corpo estava seminu, com sinais de espancamento, abuso sexual e luta corporal. Aparentemente, ela foi morta com golpes de faca, mas o cadáver ainda será periciado. O delegado do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) responsável pelo caso, João Brito, informou que vai pedir exames sexológico e toxológico (já que a jovem pode ter sido dopada).
A família da vítima achou no caderno dela o endereço de e-mail e o telefone de um homem, cujo nome não foi divulgado, que pode ter relação com o homicídio. O suspeito não retorna as ligações telefônicas. Familares também informaram que a adolescente estava pesquisando sobre magia negra nos últimos dias de vida. A polícia não descarga nenhuma hipótese que pode ter motivado o crime.
“Pessoas me disseram que viram minha filha subir a mata onde ela foi encontrada com dois homens e uma mulher”, disse, muito abalada, a mãe da vítima, Jaqueline Ferreira.
O corpo foi encaminhado ao Instituto de Medicina Legal (IML), em Santo Amaro, área central do Recife. Bárbara era filha única.
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