O acusado de matar o engenheiro Paulo Germano Vasconcelos, 61, foi apresentado à Imprensa ontem, na sede do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), na Imbiribeira, Recife. Leandro Jaques de Souza, 18, foi preso na tarde de anteontem, quando andava de bicicleta na comunidade Beira-Rio, no Pina. Imediatamente após a captura, o rapaz teria confessado o crime, mas negou ter tido a intenção de matar. O assassinato aconteceu na tarde do último sábado, na descida do Viaduto Antônio de Góes, no Cabanga. Um adolescente de 16 anos também teria participado do crime, mas ainda não foi apreendido.
De acordo com o titular da 1ª Delegacia do DHPP, Ian Campos, responsável pelas investigações, a prisão do suspeito foi possível graças às denúncias feitas pela população e por causa das imagens captadas por uma câmara de segurança. “A filmagem foi precisa em nos mostrar toda a ação da dupla. Nela, observamos que só estavam os dois praticando o assalto. Inclusive, ambos fugiram utilizando um barco que estava parado perto do Cabanga Iate Clube”, explicou o policial.
Leandro Souza, segundo a polícia, não poderia nem estar nas ruas. Isso porque, em março de 2010, ele foi apreendido pelo ato infracional correspondente a roubo e foi encaminhado a uma unidade de reabilitação para menores. Mas, durante uma de suas transferências, ele acabou fugindo. Devido a essa fuga, o delegado Ian Campos terá que apresentá-lo primeiro à Vara da Infância e Juventude, e só depois solicitar o mandado de prisão preventiva. “Após esses trâmites é que poderemos deixá-lo no Cotel. O que deve acontecer amanhã (hoje)”, explicou o policial.
O acusado se disse arrependido de ter matado o engenheiro. “Eu não queria que terminasse desse jeito. Só pensava em pegar os objetos dele, mas me assustei com a tentativa de fuga e acabei apertando o gatilho. Só fiquei sabendo da morte na televisão. Não sabia o que fazer”, explicou. Sobre a arma usada no assassinato, Leandro disse ter adquirido na Feira de Afogados e que a entregou ao menor que estava com ele no assalto. “Troquei por um relógio roubado. Depois do crime, passei para o pequeno”, disse, acrescentando que ao descobrir a morte do engenheiro, Leandro disse ter ido buscar ajuda com um padre. “Contei para ele que fiz uma coisa errada e que estava muito arrependido. Ele me pediu calma, me mandou contar toda a verdade aos meus pais e a polícia”, disse o acusado. A arma não foi encontrada pela polícia, que foi a casa do adolescente de 16 anos, onde foi localizada, apenas, uma pistola de plástico.
De acordo com o titular da 1ª Delegacia do DHPP, Ian Campos, responsável pelas investigações, a prisão do suspeito foi possível graças às denúncias feitas pela população e por causa das imagens captadas por uma câmara de segurança. “A filmagem foi precisa em nos mostrar toda a ação da dupla. Nela, observamos que só estavam os dois praticando o assalto. Inclusive, ambos fugiram utilizando um barco que estava parado perto do Cabanga Iate Clube”, explicou o policial.
Leandro Souza, segundo a polícia, não poderia nem estar nas ruas. Isso porque, em março de 2010, ele foi apreendido pelo ato infracional correspondente a roubo e foi encaminhado a uma unidade de reabilitação para menores. Mas, durante uma de suas transferências, ele acabou fugindo. Devido a essa fuga, o delegado Ian Campos terá que apresentá-lo primeiro à Vara da Infância e Juventude, e só depois solicitar o mandado de prisão preventiva. “Após esses trâmites é que poderemos deixá-lo no Cotel. O que deve acontecer amanhã (hoje)”, explicou o policial.
O acusado se disse arrependido de ter matado o engenheiro. “Eu não queria que terminasse desse jeito. Só pensava em pegar os objetos dele, mas me assustei com a tentativa de fuga e acabei apertando o gatilho. Só fiquei sabendo da morte na televisão. Não sabia o que fazer”, explicou. Sobre a arma usada no assassinato, Leandro disse ter adquirido na Feira de Afogados e que a entregou ao menor que estava com ele no assalto. “Troquei por um relógio roubado. Depois do crime, passei para o pequeno”, disse, acrescentando que ao descobrir a morte do engenheiro, Leandro disse ter ido buscar ajuda com um padre. “Contei para ele que fiz uma coisa errada e que estava muito arrependido. Ele me pediu calma, me mandou contar toda a verdade aos meus pais e a polícia”, disse o acusado. A arma não foi encontrada pela polícia, que foi a casa do adolescente de 16 anos, onde foi localizada, apenas, uma pistola de plástico.
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