O Governo Federal tem emitido visíveis sinais de receio sobre o aumento da inflação. As razões são óbvias: a situação da economia no plano internacional, afetando, inclusive os países mais fortes e, internamente, a alta que já se verificou, ultrapassando a meta prevista pelas autoridades monetárias.
Não surpreende, portanto, parte do teor do discurso da presidente Dilma Rousseff, pronunciado, terça-feira, neste Estado, afirmando, enfaticamente, que não aceita a aprovação de novas despesas pelo Congresso Nacional, reiterando que cumprirá algumas metas que demandam elevados investimentos da União, apesar de confirmar o corte de R$ 10 bilhões, anunciado pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, um dia antes de estar entre nós.
Textualmente, a presidente salientou: “Presente de grego eu não quero”, aludindo aos parlamentares aliados em relação à Emenda Constitucional número 29, que trata sobre a saúde no País, no momento em tramitação no Congresso. Historicamente, todos sabemos que “presente de grego” significa algo que traz prejuízo ou aborrecimento a quem é destinado, originado na guerra entre gregos e troianos, há séculos.
A presidente, durante sua permanência, reafirmou que manterá a execução do PAC, o Minha Casa, Minha Vida, o Bolsa Família, as obras para a Copa Mundial de Futebol que estão sendo realizadas em vários estados. E ainda acenou com a possibilidade de, no curto prazo, reduzir os juros, acentuando, ao final, a importância do mercado interno como fator decisivo para impedir qualquer abalo de origem externa na economia nacional. Enfim, embora cautelosa, transmitiu otimismo ao sustentar que o País e a oferta de emprego continuarão crescendo.
O discurso presidencial pode ser considerado realista e nas entrelinhas revela sua atenção aos desdobramentos dos fatos econômicos que estão acontecendo, principalmente na Europa, mas que poderão se refletir negativamente no Brasil.
Já o ministro Guido Mantega anunciou o aumento de R$ 81 bilhões para R$ 91 bilhões, visando reduzir o montante dos juros (0,3% do PIB) decorrentes da dívida pública, acrescentando que os R$ 10 bilhões economizados servirão para cumprir a nova meta do superávit primário. Todas essas palavras levam à conclusão que o objetivo maior pretendido pelo governo é o controle da inflação, fazendo-a recuar em um processo gradual iniciado no final de 2010. E, finalmente, impedir que o Congresso não aumente as despesas da União, dando o bom exemplo de que a contenção de gastos acnteça a partir da própria esfera federal. Isso tudo mesmo com a redução 0,5 % na taxa Selic, decidida quarta-feira.
Não surpreende, portanto, parte do teor do discurso da presidente Dilma Rousseff, pronunciado, terça-feira, neste Estado, afirmando, enfaticamente, que não aceita a aprovação de novas despesas pelo Congresso Nacional, reiterando que cumprirá algumas metas que demandam elevados investimentos da União, apesar de confirmar o corte de R$ 10 bilhões, anunciado pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, um dia antes de estar entre nós.
Textualmente, a presidente salientou: “Presente de grego eu não quero”, aludindo aos parlamentares aliados em relação à Emenda Constitucional número 29, que trata sobre a saúde no País, no momento em tramitação no Congresso. Historicamente, todos sabemos que “presente de grego” significa algo que traz prejuízo ou aborrecimento a quem é destinado, originado na guerra entre gregos e troianos, há séculos.
A presidente, durante sua permanência, reafirmou que manterá a execução do PAC, o Minha Casa, Minha Vida, o Bolsa Família, as obras para a Copa Mundial de Futebol que estão sendo realizadas em vários estados. E ainda acenou com a possibilidade de, no curto prazo, reduzir os juros, acentuando, ao final, a importância do mercado interno como fator decisivo para impedir qualquer abalo de origem externa na economia nacional. Enfim, embora cautelosa, transmitiu otimismo ao sustentar que o País e a oferta de emprego continuarão crescendo.
O discurso presidencial pode ser considerado realista e nas entrelinhas revela sua atenção aos desdobramentos dos fatos econômicos que estão acontecendo, principalmente na Europa, mas que poderão se refletir negativamente no Brasil.
Já o ministro Guido Mantega anunciou o aumento de R$ 81 bilhões para R$ 91 bilhões, visando reduzir o montante dos juros (0,3% do PIB) decorrentes da dívida pública, acrescentando que os R$ 10 bilhões economizados servirão para cumprir a nova meta do superávit primário. Todas essas palavras levam à conclusão que o objetivo maior pretendido pelo governo é o controle da inflação, fazendo-a recuar em um processo gradual iniciado no final de 2010. E, finalmente, impedir que o Congresso não aumente as despesas da União, dando o bom exemplo de que a contenção de gastos acnteça a partir da própria esfera federal. Isso tudo mesmo com a redução 0,5 % na taxa Selic, decidida quarta-feira.
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